terça-feira, 2 de março de 2010

Sociedade e a geração de resíduos sólidos

O tema dos resíduos sólidos é provavelmente aquele que melhor exemplifica as possibilidades de formulação de políticas públicas minimizadoras ou preventivas, considerando que o principal desafio nos dias atuais é que as cidades, independentemente do seu porte, criem as condições para assegurar uma qualidade de vida que possa ser considerada aceitável, não interferindo negativamente no meio ambiente do seu entorno e agindo preventivamente para evitar a continuidade do nível de degradação, notadamente nas regiões habitadas pelos setores mais carentes (JACOBI, 1997).



Segundo Borba (2005) todo grupo, comunidade, sociedade é fruto de uma árdua e constante negociação entre preferências individuais. O fato de estarmos cada vez mais interconectados uns aos outros implica que tenhamos de algum modo, que confrontar nossas preferências com aquelas de outras pessoas. Então podemos esquecer que a negociação não é nem simples, nem tampouco fácil. Via de regra, as preferências ditas “individuais” são na verdade fruto de uma autêntica construção coletiva, num jogo constante de sugestões e induções que constitui a própria dinâmica da sociedade.
Segundo Capra (1996) o ecossistema foi concebido de forma a não produzir resíduos, uma vez que se constitui em uma cadeia perfeita em que os resíduos de uma espécie são alimentos de outra. Nesse contexto, a noção de reciclagem faz parte de um ciclo natural da vida.
MIRANDA, 2009.
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