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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Tijolo ecológico

Uma casa verde não é sinônima de moradia primitiva, sem energia elétrica ou água quente, mesmo por que muitos de nos não querem abrir a mão do luxo e bom gosto.
A idéia das construções ecologicamente corretas é manter todo o conforto da vida moderna reduzindo o impacto ambiental.
Formato com encaixes que permitem um assentamento com pouca argamassa e também tem furos para passagem da hidráulica e elétrica.


O tijolo é feito de uma mistura de 95% de terra e 5% de cimento, compactados em prensa hidráulica, curados com água atingido excelente resistência final.
Vantagens:
Economia do custo final em até 50% da parede de tijolo ecológico em relação ao uso de tijolo 6 furos.
Diminui o tempo de construção em 30% com relação a alvenaria convencional, devido aos encaixes que favorecem o alinhamento e prumo da parede.
Redução de uso de madeiras nas caixarias dos pilares e vigas em quase zero; 70% do concreto e argamassa de assentamento; e 50% ferro.
Durabilidade maior do que o tijolo comum, pois chega a ser até 6 x mais resistente.
Alivia o peso sobre a fundação evitando gastos desnecessários com  estacas mais profundas e sapatas maiores.
Fácil acabamento da parede com o uso de apenas um impermeabilizante a base de silicone ou acrílico, e rejunte flexível (varias cores da vedacit e votaran).
Revestimento é simples usando-se direto sobre tijolo apenas uma fina camada (5mm) de reboco, textura, gesso ou graffiato.
O assentamento dos azulejos é direto sobre os tijolos.
Obra mais limpa que não tem o quebra-quebra das paredes depois de prontas para a passagem de fios elétricos e canos hidráulicos, e que evita velho desperdício de 10% de materiais.
É fácil e rápido de construir, não precisando de mão de obra especializada, diminuído o tempo de construção e proporcionado economia de até 30% nos custos finais da parede.
Comparando os custos de construções em alvenarias/m2 (R$)
Tijolo Ecológico                Bloco de cimento               Tijolo 6 furos            75,14                                   96,86                          108,15                   22,42%                     em relação ao bloco                   --                     30,52%                                  --                  em relação ao 6 furos
http://www.ecolaria.com.br

domingo, 20 de dezembro de 2009

Reciclagem Iluminada

Uma forma bem simples de reutilização de materiais é em luminárias. Os resultados são lindos, você mesmo pode fazer, e sai bem baratinho. andei pesqisando uns modelos que levam diferenes materiais.



Este abajour é uma ótimaopção pra quem etava pensando em se livrar das fitas mas estava com pena e jogar fora. Fica bem bonita e tem um estilo bem conemporâneo.





Um problemão resolvido. As lampadas queimadas não podem ser jogadas no lixo covencional e não compennsa pagar para levar apenas algumas, seria o correto, mas nnão compensa quando falamos de residências. Enntãoa solução está dada! Fica bnita também e dá um ar hitech, para a sala.



Sabe aqueles papéis  de arquivos mortos, daquelas pastas que ficam escondidas durante anos em cima do guarda-roupas e que precisam ser jogados? Não precisam mais serem jogados fora, podem virar luminárias, abajurs, lustres e afins. Basta ter cola, tesoura e criatividade...



Esta é feita com aquelas garrafas de  5 litros de água mineral e retalho de tecido. Fica com ares rústicos, sem perder a suavidade. Ideal para quallquer ambiente da casa ou escritório.




Feita de tiras de filtro de papel para coar café, já utilizado, é só fazer uma treliça ou um tear com as próprias tiras, colar e colocar em uma base redonda ou quadrada preparada para abajur ou lustre.



Lustre feito com copinhos descartáveis usados colados pelo fundo. Lindo o efeitoda luz, fácil de fazer e sai bem baratinho. Pode ser usada e qualquer ambiente, pois é bem neutro.



Solução para o quarto dos jovens, ou para a sala dos mais moderninhos. uma garrafa PET, duas latas de achocolatado, anilina comestível da cor desejada. bem legal né?!

Soluções práticas, de baixíssimo custo e mostrado que o reciclado ou reutilizado pode ser tão bonito quanto o inustrializado. Junte a família e mãos a obra!


sábado, 28 de novembro de 2009

Uso Racional de Água e Energia - Casa Modelo Experimental

Inaugurada em 19 de junho em Americana, cidade do interior paulista, a casa é uma iniciativa do Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (CPJ) idéia é introduzir na cultura regional, conceitos e ações sobre racionalização do uso da água e energia. 


HISTÓRICO
 A Casa Modelo foi baseada em pesquisa do Laboratório de Construção Civil do Departamento de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos da Universidade de São Paulo(USP) e viabilizada através da participação de empresas privadas. 
SOBRE A CASA 
.Unidademodelo que representa uma residência familiar com 190 metros quadrados;
. Implantada de forma a obter o melhor aproveitamento de iluminação e ventilação natural;
.Utiliza novas tecnologias construtivas aliadas aos métodos tradicionais da construção civil, buscando atender o uso sustentável das matérias primas;
. Apresenta equipamentos com tecnologias que buscam atender o uso racional de água e energia;
.Disponibiliza recursos didáticos. 
MATERIAIS CONSTRUTIVOS ALVENARIA 
.Bloco estrutural: .blocaço. Produzido com agregado siderúrgico,
.Sistema de encaixe: dispensa o uso de argamassa no assentamento,
.Furos no bloco dispensam a quebra de paredes para a instalação elétrica e hidráulica, diminuindo assim a geração de resíduos na obra. 
TELHAS E FORROS: 
Produzidos a partir das aparas de tubo de creme dental. 
VENTILAÇÃO E ILUMINAÇÃO 
Instalação de “como vent” para a entrada de iluminação e ventilação natural em todo o interior da casa. 

 


ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO (ETE) 
compacta com alta eficiência para tratamento do esgoto local. 
EQUIPAMENTOS CISTERNA 
Captação da água de chuva para utilização nos vasos sanitários, bem como a lavagem de pisos e jardins. 
AQUECEDOR SOLAR 
As placas solares foram posicionadas de forma que haja um aproveitamento total da luz solar 
EQUIPAMENTOS INTERNOS
TORNEIRAS E VASOS SANITÁRIOS 
Diversas linhas economizadoras de água. 
CHUVEIROS 
.Com medidor de vazão de água
.Destaque para o equipamento inovador que tratará a questão da eficiência energética que será acoplado junto ao chuveiro. 
UTENSÍLIOS DOMÉSTICOS 
Equipamentos eletroeletrônicos com baixo consumo de energia: geladeira, fogão, forno de microondas, máquinas de lavar louça e roupa, secadora de roupa, TV, DVD e computador. 
OUTRAS FORMAS DE ECONOMIA DE ENERGIA 
. Lâmpadas que economizam energia elétrica;
. Pintura da casa com cores claras. 
RECURSOS DIDÁTICOS 
. Maquete interativa das bacias PCJ;
. Maquete sobre consumo de energia em uma residência. 
EXECUÇÃO DA OBRA 
. CONSTRUTORA DI CAPRI LTDA 
INVESTIMENTOS 
. R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) 
VISITAS
Agendamento 
e-mail : casamodelo@agua.org.br
Telefones: (19) 3461.6321 / 3461.4957

Se pintar alguma dúvida sobre os materiais usadas mandem que eu esclarecerei.


Mais informações no site do Consórcio PCJ
http://www2.agua.org.br/casa-modelo/conteudos/98/materiais-e-metodos.aspx

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Pneu para parar


Uma ótima idéia para quem procura por praticidade na hora de decorar ambientes.

É barato! Se quiser dá para fazer em casa, basta ter parafuso e pneu...E o ambiente fica bem despojado. Mas se a preguiça anda grande ou prefere não sujar as mãos, pode comprar também, na internet há muitas pessoas anunciando.
Se achou muito despojado, não tem problema, pode ser colcoado m um ambiete mais sofisticado também. Aliando design moderno, tendência ecochik.
 

Para pensar em economia

Vivemos hoje apoiados em valores mensuráveis. Tudo o que pode ser medido usando medidas pré-estabelecidas é atribuído um valor (1 real, 30km, 4g, 4N), o que não pode ser avaliado de modo quantitativo é exterioridade.
Uma casa, um automóvel, uma empresa, são avaliados para compra ou venda de modo quantitativo, contando a quantidade de dinheiro utilizada para investir no bem, nos benefícios que o bem trará para a pessoa que o adquirir.
O mais importante é deixado de lado, o valor pessoal. Não avaliamos os momentos bons os assuntos tratados naquele local, as risadas, os choros, o tapete que seu grande amigo lhe deu para que desse sorte...Essas coisas. Coisas importantes, mas que a próxima pessoa, prestes a adquirir seu bem, não dará o menor valor.
O qualitativo, as emoções dos outros não fazem parte da nossa vida. Acho que por isso está tão difícil convencer as pessoas de que precisam cuidar do seu ambiente, do meio em que vivem.

A consciência existe, todos sabemos o que é o correto a fazer. O que acontece é que o lucro imediato vem antes da qualidade de vida. Podemos ter como exemplo uma situação cotidiana, por várias vezes vemos, na rua, pessoas jogando lixo no chão e quando são abordadas e chamadas a atenção respondem que existem pessoas que são pagas para limpar aquilo e que, portanto, estão gerando emprego. Além do mais porque haveriam de ficar carregando aquele lixo?
Lucro imediato, se livrar do que está lhe incomodando, obviamente sem se incomodar se outro transeunte vai gostar de se deparar com aquele lixo ou não. O incômodo dele foi solucionado. Além disso acredita estar fazendo uma boa ação, gerando empregos.
Se não houvesse tantos lixo nas ruas será que não poderia ser trocado o emprego de varredor de rua por algum outro, como jardineiro? Sim pois se a pessoa se sente incomodada em carregar por alguns instantes “seu lixo”, imagina a situação de quem vive juntando o “lixo dos outros”, não deve ser tão agradável quanto cuidar dos jardins da cidade.
Mas aí o lucro imediato seria banido. O prazer de se livrar do lixo é unitário, só dela. Mas o de apreciar uma cidade mais bonita e de seus filhos brincarem e se lembrarem da cidade linda em que viveram, que seus pais ajudavam para que ele vivesse neste local assim, isso é coisa pra depois. Os outros para depois, mesmo que depois a própria pessoa ganhe com isso. Demora muito, não é imediato.

Felizmente esta mentalidade de individualidade está sendo considerada coisa de gente retrógrada. E é também por sorte, que ter uma mente fechada e retrógrada está fora de moda. As coisas estão mudando, ou as pessoas aceitam e se adequam aos novos padrões de respeito mútuo, ou vão ficar excluídas, assim como aqueles que protegiam o meio ambiente (no passado) eram excluídos das comunidades científicas.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Chuva Ácida


Em 1872, Robert Angus Smith criou o termo “chuva ácida”, descrevendo precipitações ácidas em Manchester após a Revolução Industrial. Trata-se do acúmulo demasiado de dióxidos de carbono e enxofre na atmosfera que ao reagirem formam gotículas de chuva e partículas de aerossóis. A chuva ácida não necessariamente ocorre no local poluidor, pois tais poluentes aos serem lançados na atmosfera são levados pelos ventos podendo provocar a reação em regiões distantes.

A água de forma pura apresenta pH 7, enquanto ao contatar agentes poluidores reage modificando seu pH para 5,6 e até menos que isso, o que provoca reações, deixando conseqüências. Essas são: deficiência de água em plantas, desmatamento, acidificação do solo e da água dos rios e lagos, destrói plantações, alterações nos nutrientes das plantas, corrosão de materiais, morte de animais entre outros.

A chuva ácida como já foi citado acima é composta por agentes poluidores e a melhor maneira de evitá-la é diminuindo a quantidade desses poluidores na atmosfera, reduzindo o consumo de energia, purificando os escapamentos dos veículos, uso racional de veículos, sistema de tratamento de gases em indústrias, utilizando combustíveis livres de enxofre.


Texto disponível em: http://www.brasilescola.com/geografia/chuvaacida.htm

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Eco-Praças ou Eco-Jardins

Um dos maiores problemas da sociedade contemporânea são os resíduos sólidos. Toneladas são descartadas diariamente em aterros sem que passem por um processo de seleção. Se considerado o aumento na demografia e consequentemente, o aumente de produção das industrias será possível perceber o tamanho das implicações que este fato gera ao meio ambiente. Uma vez que a geração de resíduos não cessa, se tornam inesgotáveis os danos causados ao meio ambiente por estes resíduos. Uma solução para este fato é a reutilização e a reciclagem de materias. Mas como usá-los de maneira que fiquem estéticamente bons e que traga não só ganhos ambientais, mas vantagem financeira também?!

Quem ganha a Eco-Praça?
  • O meio ambiente ganha a partir do momento em que há redução do consumo de recursos naturais, menor quantidade de resíduos no aterro, aumentando sua vida útil, promovendo a Educação Ambiental e reduzindo a poluição visual.
  • Perante os habitantes haverá destaque ao poder público uma vez que mostra seu real interesse e preocupação com o meio ambiente, gerando áreas com maior apelo social e por consequecia uma boa relação entre os fatores sociais, econômicos e ambientais.
  • A sociedade ganha, pois a participação mais efetiva no processo de construção e zelo da comunidade acarreta em maior cuidado com os espaços públicos e maior interesse nas áreas de lazer, promovendo uma conscientização ambiental onde somada com outros fatores resulta na melhoria da qualidade de vida.
  • A reciclagem vem sendo utilizada como aliada à economia do município, uma vez que o material é reutilizado, e ou reciclado, tendo menor gasto na transformação do que em nova aquisição. Esses materiais de forma ampla apresentam uma maior durabilidade, têm vida útil prolongada se comparada aos materiais usuais e também apresentam vantagens na manutenção, ois se torna mais fácil e menos custosa. 
Como fazer para implantar uma praça em seu município ou utilizar as mesmas técnicas em seu jardim? Consulta para orçamento via e-mail marta.oliveira.miranda@gmail.com ou deixe postado seu e-mail com pedido de retorno.