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quinta-feira, 16 de julho de 2015

“ENERGIA RENOVÁVEL” EM CASA

Independente de vocês estarem construindo ou apenas quer dar uma ajudinha para o seu bolso e para o planeta estou colocando neste post dicas de como fazer isso. Vou mostrar equipamentos e técnicas desde as mais simples até mais elaboradas. Não prometo colocar todas as existentes, mas irei citar 3 das existentes que sejam mais fácil de achar e instalar.

Energia Fotovoltaica

Energia fotovoltaica é a energia elétrica obtida a partir de luz solar, e pode ser produzida mesmo em dias nublados. Todavia, quanto maior a intensidade de insolação, maior será a eletricidade produzida.
Esse sistema é confiável e permite uma fonte inesgotável e gratuita de energia. Não produz poluição ou resíduos e pode ser instalado tanto em obras em andamento quanto em construções finalizadas.
O processo de conversão da energia solar utiliza células solares que são constituídas de elementos semicondutores, por exemplo, de silício.
Quando a luz solar incide sobre uma célula solar, os elétrons do material semicondutor são postos em movimento, permitindo que uma corrente elétrica flua, bastando para isso que se tenha um circuito elétrico fechado conectado a um aparelho consumidor de energia, ou à rede elétrica.
Utilizando baterias estacionárias (banco de baterias), pode suprir por até quatro dias de sol insuficiente. Novas instalações poderão ser conectadas à rede de distribuição, dispensando o uso de baterias. Neste modelo, há a compensação entre energia gerada e consumida pela unidade. Saiba mais detalhes sobre instalações domésticas de energia fotovoltaica.
O sistema solar fotovoltaico é diferente do sistema coletor solar térmico, no qual os raios de Sol são usados para gerar calor, geralmente para água quente na casa, piscina e ambientes.


Exemplo ilustrativo:



Energia eólica

Os geradores eólicos (ou aerogeradores e turbinas eólicas) são capazes de produzir continuamente até 4 vezes mais energia que os módulos solares fotovoltaicos. Quando previsto, utiliza baterias para armazenamento de energia, dimensionadas para suprir até 3 dias e noites em que o vento não seja suficiente para o consumo da construção, possibilitando assim autonomia do sistema.
Essa energia pode ser usada em bombeamentos de água, iluminação residencial, comercial ou pública, computadores, televisores, rádios, geladeiras e outros. É confiável, inesgotável e gratuita, além de limpa e sem ruídos.
No entanto, assim como a fotovoltaica, ela não substitui economicamente a energia convencional se esta estiver disponível e não poderá ser utilizada para alimentar sistemas de aquecimento ou resfriamento de água, lâmpadas incandescentes, máquinas de lavar e outros.
 
Exemplo Ilustrativo:




Luz engarrafada

Pode não ser a solução mais esteticamente adequada, mas dependendo da sua necessidade e do local em que queira luz e economia, esta com certeza consegue suprir as duas necessidades.





Vou mostrar aqui algumas imagens que retirei do Google Imagens para dar uma idéia de como fica o resultado.





Qualquer dúvida sobre o assunto podem escrever que responderei prontamente!



Abraços!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

CAIXA LANÇA SELO PARA EMPREENDIMENTOS HABITACIONAIS SUSTENTÁVEIS

Isso ocorreu em 02 de junho de 2009, mas devido a sabe-se lá porque não foi muito divulgado, então resolvi reviver a ideia do Selo Azul. 


 
A Caixa Econômica Federal lançou um novo instrumento de classificação da sustentabilidade de projetos habitacionais. Trata-se do “Selo Casa Azul”, que qualificará projetos de empreendimentos dentro de critérios socioambientais, que priorizam a economia de recursos naturais e as práticas sociais. O Selo é o principal instrumento do Programa de Construção Sustentável do banco.
 
A ação fez parte das comemorações do Dia Internacional do Meio Ambiente, que contemplou também a assinatura de parceira com o Grupo Neoenergia, para a doação de aquecedores solares, lâmpadas e a substituição de geladeiras. O evento realizado no Teatro da CAIXA Cultural contou com as presenças da presidenta do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho; do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e do presidente do Grupo Neoenergia, Marcelo Corrêa, entre outras autoridades.
 
Para a concessão do selo, a CAIXA analisará critérios agrupados em seis categorias: inserção urbana, projeto e conforto, eficiência energética, conservação de recursos materiais, uso racional da água e práticas sociais. “Nosso objetivo é incentivar a construção de moradias que no processo de edificação tenham respeitado o meio ambiente e ao mesmo tempo propiciem boas condições de conforto e salubridade para seus usuários”, destaca a presidenta do banco.
 
O ‘Selo Casa Azul’ será dividido nas classes ouro, prata e bronze, definidas pelo número de critérios atendidos. Para receber o ouro, o empreendimento deverá atender a, no mínimo, 24 das 46 condições. Receberão prata aqueles que atenderem a 19 critérios, e bronze os que apresentarem o cumprimento de, pelo menos, 14 critérios obrigatórios. “A partir de novembro deste ano, nós divulgaremos o “Guia do Proponente” e, em janeiro de 2010, vamos receber os projetos candidatos ao selo”, antecipa Maria Fernanda Ramos Coelho.
 
Economia e sustentabilidade
 
O convênio de cooperação técnica com o Grupo Neoenergia prevê a doação de aquecedores solares, lâmpadas e a substituição de geladeiras de famílias com renda de até três salários mínimos atendidas pelo ‘Programa Minha Casa Minha Vida’ nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Serão doadas lâmpadas fluorescentes compactas de 15W e 20W, geladeiras de baixo consumo de energia e sistemas termo solares para aquecer água. Todos os equipamentos distribuídos terão o Selo Procel/INMETRO de economia de energia.
 
Cada unidade habitacional receberá até cinco lâmpadas, para instalação na sala, quartos e cozinha. As regras para a doação de geladeiras são as já estabelecidas pela distribuidora de energia – usuários residenciais monofásicos moradores de bairros populares que tenham consumo médio mensal acima de 80 kWh, sendo uma substituição por moradia. Os aquecedores solares serão destinados a municípios em que haja maior demanda pelo uso do chuveiro elétrico e que sejam viáveis, de acordo com os parâmetros da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), no âmbito dos Programas de Eficiência Energética.
 
“Parcerias como essa contribuem para a promoção do desenvolvimento sustentável do país, pois evitam a criação de novas fontes provedoras de energia elétrica, como usinas hidrelétricas e termoelétricas e promovem a economia doméstica de energia, o que se traduz em benefícios econômicos, sociais e ambientais”, pontua Maria Fernanda Ramos Coelho.
 
O convênio prevê o monitoramento e a avaliação dos resultados e impactos das ações implementadas, bem como a realização de atividades educativas sobre eficiência energética e economia de energia. O acordo terá a duração de 36 meses e poderá ser prorrogado.
 
Essa iniciativa se soma a outras que buscam estimular a sustentabilidade das habitações, especialmente no “Programa Minha Casa Minha Vida”, como a implantação de aquecedores solares, de medidores individualizados de água e gás nos condomínios, e o uso de madeiras de origem legal.
 
Projeto Solar Brasil
 
A CAIXA também conta com parceiros internacionais para a promoção da sustentabilidade ambiental nas moradias construídas pelo “Minha Casa, Minha Vida”. O Governo Alemão, por meio da Agência Alemã de Cooperação Técnica GTZ, disponibilizará recursos da ordem de 1 milhão de euros para o Projeto Solar Brasil, que visa utilizar e disseminar sistemas de aquecedor solar como fonte alternativa para aquecimento de água.
 
Energia limpa
 
Pautada no princípio de Responsabilidade Sociambiental, a CAIXA já destinou para empreendimentos na área de energia limpa - usinas hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas (PCH), centrais geradoras eólicas e bioenergia - recursos da ordem de R$ 1,5 bilhão. Desse total, R$ 375 milhões foram investidos em empreendimento de energia eólica, R$ 608 milhões em projetos de biomassa e R$ 515 milhões em PCH.
 
Especificamente em projetos de energia eólica, a CAIXA tem contratos com três parques no Ceará, nos municípios Acaraú e Beberibe, que juntos produzirão 99,3 MW de energia. Essa capacidade é suficiente para beneficiar cerca de 400 mil e gerar aproximadamente 500 empregos durante a construção.
 
Os empreendimentos - Central Geradora Eólica Praia do Morgado, Central Geradora Eólica Praias de Parajuru, Central Geradora Eólica Volta do Rio - são incentivados pelo Governo Federal por meio do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) e financiados pela CAIXA por meio de repasse de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Até o final de 2009, está prevista a contratação de mais R$ 800 milhões em empréstimos para dez novos parques eólicos.
 
Madeira Legal
 
Desde o início deste ano, a CAIXA exige a comprovação do uso de madeira legal por empresas do segmento imobiliário. A medida, que tem como objetivo contribuir  no combate ao desmatamento ilegal na Amazônia, consiste na apresentação, pelas construtoras, do Documento de Origem Florestal (DOF) das madeiras utilizadas nos novos contratos de financiamento de empreendimentos habitacionais. A instituição também solicita uma declaração constando o volume e a destinação dessas madeiras na obra.
 
No mês de junho, a CAIXA e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizarão palestras para as empresas do setor da construção civil em vários estados, com o objetivo de esclarecer as dúvidas sobre os procedimentos para obtenção do DOF. Também foi elaborado o Guia Ação Madeira Legal que será distribuído para os sindicatos das empresas de construção de todo o país.
 
Descarte correto
 
Outra ação do banco na área de preservação do meio ambiente que merece destaque é o descarte correto de equipamentos tecnológicos. O banco adotou algumas ações em parceria com empresas, que garante a venda e a reciclagem de produtos e o investimento dos recursos em projetos sociais. A Lexmark, fabricantes dos cartuchos de impressora, por exemplo, paga à CAIXA R$ 15 por unidade já utilizada. Os cartuchos coletados são enviados à OXIL Manufatura Reversa, que desmonta e recicla os componentes. Entre setembro de 2008 e maio de 2009, 20.263 cartuchos foram reciclados, o que garantiu o repasse de R$ 303.945,00 para ações sociais.
 
Todo ano, 25% do parque tecnológico do banco é substituído, o que significa a troca de 30 mil equipamentos. Depois de recicladas, estas máquinas são doadas para projetos de inclusão digital em todo o país. Quem coordena a ação é a ONG Moradia e Cidadania. A contratação de equipamentos de autoatendimento também seguiu critérios de eficiência energética. A empresa vencedora demonstrou economia de 5% de energia ao longo da vida útil do aparelho, o que representa economia em torno de R$ 15 milhões.
 
Outra ação desenvolvida para reduzir gastos foi batizada de “Ilhas de Impressão”. As impressoras foram agrupadas em locais de circulação dos empregados, e a média caiu de uma impressora para cinco empregados para um equipamento a serviço de até 30 pessoas. Esta é a média adotada mundialmente e gera, para a CAIXA, uma economia de R$ 20 milhões.
 
Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
Tel. (61) 3206-8775 / 8543 / 9298 / 8022
 
Fonte: http://www1.caixa.gov.br/imprensa/imprensa_release.asp?codigo=6609833&tipo_noticia=3

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Para uma construção mais sustentável

A revista Casa publicou em seu site alguns materiais e seus respectivos custos para fazer sua obra de uma maneira que fique um pouco menos agressiva para o bolso e para o meio ambiente.

Segue abaixo alguns destes materiais.

Madeira

As réguas plásticas vendidas pela Primamatéria têm aparência de madeira, mas são produzidas a partir de plástico reciclado, fibras vegetais e refugos industriais que vão da madeira às fraldas descartáveis. Resistentes, permitem vários usos: em decks, bancos para jardim, rodapé, borda de piscina, esquadrias, escadas, entre outros. Além de poupar as florestas, o produto dá vida nova a materiais condenados ao lixo. Preço: de R$ 10 a R$ 20, o metro da peça de 10 x 2,5 cm, dependendo do padrão e cor.

Tijolo ecológico

Composto de terra, cimento (de 5 a 12%) e água, o tijolo de solo-cimento é mais ecológico porque sua produção, através de prensagem hidráulica, ocorre sem a queima de madeira e o consumo de energia (presentes na fabricação dos tijolos cerâmicos convencionais). Além disso, esse tipo de tijolo é autotravado: o encaixe preciso requer apenas um filete de cola branca, dispensando a argamassa e gerando uma economia de até 50% no tempo de execução da obra. Sua aparência lisa permite também que o tijolo seja aplicado sem reboco, reduzindo ainda mais o consumo de material. Outra vantagem são os furos, que facilitam a passagem dos dutos elétricos e do sistema hidráulico. Na hora da compra, vale se certificar se o produto obedece às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e se a empresa ou as máquinas usadas contam com certificado de qualidade.Preço médio: R$ 310 (milheiro de 10 x 20 cm), R$ 450 (milheiro de 12,5 x 25 cm) e R$ 690 (milheiro de 15 x 30 cm)

Cortiça reciclada

Os painéis de cortiça da CWT Design são uma espécie de tecido vegetal que leva 70% de cortiça reciclada de rolhas e apenas 30% de cortiça extraída da casca do sobreiro com técnicas tradicionais que não envolvem o uso de herbicidas sintéticos e fertilizantes. Aplicado em paredes com cola branca ou de contato, o material ajuda no isolamento térmico e acústico. Disponível em painéis de 30 x 60 cm e com 7 tonalidades diferentes. Preço: de R$ 87,50 a R$ 137,50 o m²,

De tapume à parede

As placas estruturais de OSB (Oriented Strand Board) levam tiras de pínus de reflorestamento, unidas com resinas e prensadas sob altas temperaturas. Da Masisa, pode ser usada como parede, forro ou tapume e aceita tinta, reboco ou textura. Disponível em várias espessuras, de 6 a 35 mm. Preço: Na Ecoleo, a peça de 2,44 x 1,22 m com 18 mm vale R$ 55.

Textura de madeira

O diferencial da placa de MDF Masisa Nature, além da garantia de matéria-prima certificada pelo FSC, está no toque: prensado com tecnologia exclusiva, o MDF tem textura idêntica à madeira nas duas faces. Ideal para móveis e decoração, o Masisa Nature também é certificado pelo SCS (Scientific Certification Systems), que atesta que o produto leva subprodutos reciclados – no caso, sobras de pínus e eucalipto de reflorestamento. Outra vantagem é a baixa emissão de formaldeído, cujo nível cumpre os padrões classe E-1 estabelecidos por norma européia. Disponível nos padrões Fresno Claro, Fresno Oscuro, Fresno Blanco e Fresno Negro. Preço: R$ 203 a peça de 1,83 x 2,75 m, com 15 mm de espessura

Telha de fibra vegetal

As telhas da Onduline foram criadas na França e, importadas para o Brasil, fizeram tanto sucesso que hoje elas já são produzidas em terras tupiniquins. O produto substitui o amianto por fibras vegetais, impregnadas de betume e pigmentadas nas cores marrom, vermelha, preta e verde. A telha recebe ainda uma camada de resina especial que protege contra os raios ultravioleta, aumentando sua durabilidade. A garantia é de 15 anos. Dimensões: 2 x 0,95 m, com 3 mm de espessura. Preço: R$ 21,90 na Leroy Merlin

Cimento ecológico

Originalmente desenvolvido para uso em barragens e tubulações de grande porte, o cimento CPIII agora é utilizado em residências e tem uma versão ecológica. A diferença está na composição, que leva entre 35 e 70% de resíduos de altos fornos das siderúrgicas. Esse material, nocivo ao meio ambiente, fica inerte ao ser transformado em cimento e torna o processo de produção do cimento menos agressivo ao meio ambiente - especialmente no que diz respeito à emissão de CO2 para a atmosfera. Não bastasse isso, o CPIII oferece maior impermeabilidade, menor risco de rachaduras e durabilidade 40% superior à do cimento CPII (que tem secagem mais rápida). Preço: R$ 14,50 o saco de 50 kg, na C&C.

Tamburato Eucatex

(vencedor planeta casa 2007) Robustos, os painéis de 40 e 50 mm de espessura são compostos por favos de papel reciclado, prensados em duas camadas de madeira de reflorestamento 100% certificada, de 7 mm cada uma. Além de economizar madeira na fabricação, são mais leves, fáceis de transportar e têm bom desempenho acústico. Ideal para prateleiras, tampo de mesas, home theaters e móveis modulares. Vendido em painéis com 2,73 x 1,20 m, 2,73 x 0,95 m e 2,73 x 0,60 m, nos padrões cru ou revestido. Preço: de R$ 45 a R$ 60 o m² com 40 mm e de R$ 50 a R$ 68 o m² com 50 mm

Telhado vivo

(vencedor planeta casa 2007) Os telhados verdes melhoram o conforto térmico e acústico da construção, devolvem o verde às cidades, diminuem a velocidade de escoamento da água das chuvas e, por isso, ajudam a combater as enchentes. Além disso, são um bom remédio contra as ilhas de calor, comuns nas grandes metrópoles. A Ecotelhado é especialista nesse tipo de cobertura. Leve e fácil de instalar, o kit modular da empresa gaúcha proporciona um jardim na cobertura com todas as vantagens do telhado verde. Cada módulo, fabricado com uma mistura de pneu reciclado, restos de EVA e cimento, mede 68 x 35 cm, com altura de 7 cm. O kit já vem com as plantas crescidas, escolhidas após pesquisas botânicas. Com o trabalho de três pessoas, uma cobertura de 150 m² fica pronta em apenas um dia. Preço: a partir de R$ 75,00 o m².

Aerogerador Batuíra

(vencedor planeta casa 2007) Produzir energia a partir do vento significa eletricidade 100% sustentável. As turbinas eólicas da Altercoop Energia têm ainda a vantagem de substituir o poliuretano por fibras naturais (sisal, bucha vegetal e fibra de coco), materiais inofensivos à saúde dos trabalhadores nas fábricas. O sistema armazena energia em pequenos acumuladores, dispensando mudanças nas instalações elétricas das residências. Com potência de 1.000 watts, o Batuíra supre a demanda energética de uma família de quatro pessoas – em regiões com boa incidência de ventos. Preço: R$ 5.959,00

Iluminação high tech

A Mime é uma luminária de led que consome apenas 1 watt. Muito mais eficiente do que as lâmpadas, o led é um chip emissor de luz capaz de gerar uma economia de até 90% na iluminação, dependendo da utilização. Da linha Silver & Black, da Led Point, o modelo é indicado para ser embutido em forros de gesso, em nichos decorativos e para iluminar objetos de arte. Preço: R$ 149 a unidade.

Para todas as instalações

A linha Afumex, da Prysmian, oferece produtos livres de halogênios e chumbo (elementos químicos tóxicos e agressivos à natureza) nos compostos de isolação e cobertura dos cabos. Ideais para utilização em todos os tipos de instalações elétricas de baixa tensão. Preço: R$ 0,90 o metro do modelo Flex 750 V de 1,5 mm².

100% Reciclável

A fabricante Sil oferece cabos elétricos de cobre com alto grau de pureza e PVC, totalmente recicláveis. O modelo flexível Silnax Multipolar (2 x 2,5 mm²), indicado para instalações residenciais, comerciais e industriais, é vendido em rolos de 100m.

Tinta de PET

A Tintas Coral criou uma linha de tintas que levam garrafas PET na composição, contribuindo para reduzir o problema do descarte inadequado do material. Na foto, o esmalte Coralit acetinado Verde Atlantis (cód 7204), vendido em latas de 900 ml e galões de 3,6 litros. Preço: R$ 18 a lata de 900 ml e R$ 54 na embalagem de 3,6 litros (Império das Tintas).

Telha de Tetrapak

A Reciplac recicla caixinhas do tipo longa-vida para transformá-las em telhas de 2,20 x 0,92 m, com 77 mm de espessura. A composição é uma mistura dos materiais encontrados nesse tipo de embalagem: 75% de plástico, 23% de alumínio e 2% de fibras vegetais, prensados em alta temperatura e sem o uso de resinas. O resultado é um produto resistente, leve, fácil de transportar e que proporciona um isolamento térmico 30% superior ao oferecido pelas telhas de fibrocimento. Também encontrado na versão de chapas para divisórias, forros e tapumes, de 1,03 x 2,20 m. PreçoR$ 26,25 na cor branca e R$ 19,50 com revestimento de alumínio

Tinta de terra

À base de terra crua e totalmente atóxica, a tinta mineral Solum é produzida em 15 cores naturais que não desbotam com o passar do tempo. Ao contrário da maioria das tintas convencionais, ela não contém compostos orgânicos voláteis (COVs), substâncias derivadas do petróleo que prejudicam a qualidade do ambiente interno e a camada de ozônio. A Solum pode ser usada em fachada ou interiores, adere a vários tipos de superfícies e rende 1 m² por litro com duas demãos. Preço: R$ 160 o balde de 18 litros, na Primamatéria.

Mistura fina

Fabricado com materiais naturais como óleo de linhaça, farinha de madeira, resina, pedra de cal, juta e pigmentos naturais, o piso Marmoleum é indicado para áreas secas internas e também pode ser aplicado em paredes e rodapés. O produto é certificado pelo Ministério do Meio Ambiente da Áustria, uma das classificações ecológicas mais rigorosas da Europa. Disponível em várias cores. Preço: R$ 103 o m² instalado



Fonte: http://casa.abril.com.br/noticias/noticias_264171.shtml#36

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Pearl River Tower: O edifício Ecológico

Na onda dos prédios ecológicos e de design sustentável, a empresa Skidmore, Owings & Merrill LLP (SOM) projetou o que os arquitetos consideraram o arranha-céu mais eficiente energicamente em todo o mundo.
Isso seria devido a sua forma estrutural única.



SOM e seu cliente CNTC Guangdong Tobacco Corporation comemorou no dia 28 deste mês o término da cobertura do prédio, que foi nomeado de Pearl River Tower e se situa em Guangzhou, na China. Com setenta e um andares, o arranha-céu deverá estar concluído ainda este ano.

Os 2,3 milhões de pés quadrados da torre também têm as mais recentes tecnologias sustentáveis e os avanços da engenharia. O projeto integra sistemas estruturais em aço e concreto estrutural para suportar a forma curva do edifício, bem como o vento que bate na torre. De acordo com a firma SOM, uma inovação estrutural foi integrada às turbinas eólicas. Estas turbinas, que são alimentadas a partir de aberturas da fachada, são suportadas em lajes existentes nas zonas de abertura e apoiados lateralmente contra o andar de cima.



A Pearl River Tower incorpora muitos elementos de design sustentável que têm sido usados individualmente em edifícios em todo o mundo, mas não é aplicada em conjunto em uma única estrutura, de acordo com Skidmore, Owings & Merrill LLP.

"Soluções de engenharia estrutural devem ser integradas aos projetos arquitetônicos e de engenharia sustentável, de modo que eles sejam inseparáveis", disse Bill Baker, SOM parceiro de engenharia estrutural. "É a colaboração entre nossa engenharia estrutural, arquitetura e práticas de engenharia sustentável que permitem uma construção como o Pearl River Tower se torne realidade."



Embora muitos desses atributos sustentáveis tenham sido incorporados individualmente em arranha-céus ao redor do mundo, o projeto Pearl River Tower representa a primeira vez que eles são usados coletivamente. O design sustentável e recursos de engenharia incluem painéis solares, paredes de dupla cortina de pele e sistema de teto refrigerado.



SOM não disse se o edifício Pearl River Tower estaria buscando a certificação de qualquer um dos sistemas de classificação de prédios sustentáveis, como Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) ou BREEAM: the Environmental Assessment Method for Buildings Around The World.





Imagens: Google Imagens
Artigo de Lara Nunes em: http: www.portaldoarquiteto.com

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Energia eólica em casa

Pesquisando formas de economizar energia em casa, achei um gerador de energia eólico residencial. O gerador eólico é conectado diretamente à sua casa. Quando há vento, o gerador fornece energia para sua casa, em outra situação, sua casa recebe energia da rede normalmente.

 

O tamanho da torre também não é nada monstruoso. O tamanho   na escala de comparação esta medido em  polegadas.


Referencia:
http://windpowerenergiaeolica.com