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sábado, 18 de julho de 2015

REUTILIZANDO GARRAFAS DE VIDRO

Se tem uma coisa que acho linda e tenho muita dó de jogar fora são garrafas de vidro. Uma porque sei de tudo que envolve a produção deste item e outra porque enxergo um grande potencial decorativo nelas.
Já postei como aproveitá-las na construção da casa no post "GARRAFAS NA PAREDE", mas fiquei pensando...e quem já construiu a casa...lembrei de várias coisas que já fiz em meus projetos e comecei a garimpar mais ideias, desde que fossem simples, para reutilizar em casa na decoração dos ambientes.
Bem, logo abaixo coloquei algumas imagens bem legais e fáceis de fazer.

Esta ideia é bem simples. Usando fita adesiva e tinta esmalte pode-se fazer coisas bem legais e depois usa-las somente como item decorativo ou colocar uma florzinha e usar como vasinhos...


Esta ideia também pode ser bem interessante já que não requer prática nem tão pouco habilidade..rss...Enrole a foto, coloque dentro da garrafa, amarre um pedaço de pano no gargalo com uma fita ou barbantel. Pronto!!

Um pouco mais elaborada, para executar esta ideia você precisará de uma serra copo para furadeira (para fazer o buraco onde os gargalos vão entrar), depois é só encaixar as garrafas nas tábuas e pronto.

Esta segue a mesma ideia da imagem de cima, só que foi utilizada para fazer uma mesa de centro.

Esta ideia de longe é  a mais charmosa, na minha opinião, porque da uma certa dramatização no cenário do ambiente, fica aconchegante e romântico na medida certa. Tem que cortar o fundo da garrafa (ver no YouTube como cortar garrafa de vidro...é simples) e fazer uma instalação simples com fio de energia e bocal de luz.


Já que já sabe como cortar a garrafa, agora pode pegar aqueles garrafões de vinho para fazer outras luminárias pendentes ou cobertura charmosa para pratos!

Qualquer dúvida, comentem que assim que possível eu respondo...

Abraços!

quinta-feira, 16 de julho de 2015

“ENERGIA RENOVÁVEL” EM CASA

Independente de vocês estarem construindo ou apenas quer dar uma ajudinha para o seu bolso e para o planeta estou colocando neste post dicas de como fazer isso. Vou mostrar equipamentos e técnicas desde as mais simples até mais elaboradas. Não prometo colocar todas as existentes, mas irei citar 3 das existentes que sejam mais fácil de achar e instalar.

Energia Fotovoltaica

Energia fotovoltaica é a energia elétrica obtida a partir de luz solar, e pode ser produzida mesmo em dias nublados. Todavia, quanto maior a intensidade de insolação, maior será a eletricidade produzida.
Esse sistema é confiável e permite uma fonte inesgotável e gratuita de energia. Não produz poluição ou resíduos e pode ser instalado tanto em obras em andamento quanto em construções finalizadas.
O processo de conversão da energia solar utiliza células solares que são constituídas de elementos semicondutores, por exemplo, de silício.
Quando a luz solar incide sobre uma célula solar, os elétrons do material semicondutor são postos em movimento, permitindo que uma corrente elétrica flua, bastando para isso que se tenha um circuito elétrico fechado conectado a um aparelho consumidor de energia, ou à rede elétrica.
Utilizando baterias estacionárias (banco de baterias), pode suprir por até quatro dias de sol insuficiente. Novas instalações poderão ser conectadas à rede de distribuição, dispensando o uso de baterias. Neste modelo, há a compensação entre energia gerada e consumida pela unidade. Saiba mais detalhes sobre instalações domésticas de energia fotovoltaica.
O sistema solar fotovoltaico é diferente do sistema coletor solar térmico, no qual os raios de Sol são usados para gerar calor, geralmente para água quente na casa, piscina e ambientes.


Exemplo ilustrativo:



Energia eólica

Os geradores eólicos (ou aerogeradores e turbinas eólicas) são capazes de produzir continuamente até 4 vezes mais energia que os módulos solares fotovoltaicos. Quando previsto, utiliza baterias para armazenamento de energia, dimensionadas para suprir até 3 dias e noites em que o vento não seja suficiente para o consumo da construção, possibilitando assim autonomia do sistema.
Essa energia pode ser usada em bombeamentos de água, iluminação residencial, comercial ou pública, computadores, televisores, rádios, geladeiras e outros. É confiável, inesgotável e gratuita, além de limpa e sem ruídos.
No entanto, assim como a fotovoltaica, ela não substitui economicamente a energia convencional se esta estiver disponível e não poderá ser utilizada para alimentar sistemas de aquecimento ou resfriamento de água, lâmpadas incandescentes, máquinas de lavar e outros.
 
Exemplo Ilustrativo:




Luz engarrafada

Pode não ser a solução mais esteticamente adequada, mas dependendo da sua necessidade e do local em que queira luz e economia, esta com certeza consegue suprir as duas necessidades.





Vou mostrar aqui algumas imagens que retirei do Google Imagens para dar uma idéia de como fica o resultado.





Qualquer dúvida sobre o assunto podem escrever que responderei prontamente!



Abraços!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Muro ecológico?!

Pesquisando pela net, achei uma possibilidades de fazer um muro, parede ou divisória com concreto mudular vasado.


O resultado é bem interessante e pode ajudar a compor a fachada de sua residência.


Segundo o fabricante o Muro Ecológico possibilita o plantio em muros e paredes e pode ser trabalhado em diversas composições. A capacidade de volume de terra e seu sistema de drenagem garantem a longevidade de vegetação.

Vale a dica para quem busca um muro menos chapado e com mais vida!!!!





endereço da página do fabricante: http://www.tijoleste.com.br/elementovazado/muroecologico.html

quarta-feira, 17 de março de 2010

Vale a pena saber alguma coisa sobre:

Solos

O conceito de solo pode ser diferente de acordo com o objetivo mais imediato de sua utilização, mas de modo geral, o solo pode ser conceituado como um manto superficial formado por rocha desagregada, eventualmente, cinzas vulcânicas, em mistura com matéria orgânica em decomposição, contendo ainda água e ar em proporções variáveis e organismos vivos.
Os componentes do solo podem variar de um lugar para o outro, mas de maneira geral o solo se divide na seguinte proporção:
45% de elementos minerais: proveniente de rochas desagregadas por intempéries, no próprio local ou em locais distantes e trazidas pela água ou ar;
25% de água: proveniente de precipitações que contenham em solução (destacando-se pela importância coloidal) substâncias originalmente presentes nas fases sólida e gasosa.
25%de ar: existente na superfície do material;
5% de matéria orgânica: proveniente da queda de folhas, frutos, galhos e ramos, além de restos de animais, excrementos e outros resíduos, em diferentes estágios de decomposição, em fase sólida ou líquida.
Da degradação desta matéria orgânica que resulta o húmus do solo, responsável em boa parte pelas suas características agrícolas (produção primária) e várias de suas propriedades físicas.
A formação dos solos é resultante da ação combinada de cinco fatores: clima (pluviosidade, umidade, temperatura, etc.) natureza dos organismos (vegetação, microorganismos decompositores, animais) matéria de origem, relevo e idade.

Esta formação é parte integrante de um ecossistema em uma escala de tempo geológico, identificando o que é denominado de sucessão, ou seja o conjunto de estágios pelos quais passa esse ecossistema até atingir o clímax. Essas suceções são chamadas de horizontes. e formão o solo desde a rocha em sua forma primária até seu ultimo contato com a biosera.

domingo, 14 de março de 2010

COB

Já ouviram falar de casa feita em COB?
São casas feitas com cimento natural ou simplesmente de barro.

A mistura é a seguinte:


- Reunir todos os materiais,  Barro/Argila, Areia, palha e Agua.
- Juntar cerca de 30% barro com 70% Areia
- Misturar e esmagar  o barro e a areia, para fazer este passo toda a matéria têm de estar bem seca (caso contrario: Misturar agua com barro e desfazer este até atingir um ponto cremoso.)
 - Adicionar agua e verificar que nem fica os ingredientes demasiado empastados e seco nem demasiado liquido…..se mais seco e enpastado adicionar mais agua, se existe agua a mais ou deixar secar o suficiente ou adicionar mais mistura seca de barro e areia.
- Misturar e comprimir
- Rebolar a mistura e comprimir  (por esta razão se deve pensar num bom método que dê para realizar esta tarefa, e o mais usado é aproveitar um plástico para fazer a mistura em cima e assim levantar o pastico para a mistura rolar sobre ela própria, mas poderás fazer sem nenhum plastico claro)
- Adicionar palha com ao gosto =)
- Fazer as bolas de COB e comprimi-las mais um pouco.
Antes de começar a obra é bom que se faça um test bem simples para verificar  resistencia e elasticidade do material: Deixar cair uma dessas bolas da altura um pouco acima da cintura, se ela mostrar alguma densidade e apenas apresentar poucas rachas e nao se desfizer quase nada é porque está bom, mas se partir em mil pedaços é porque está seca demais e/ou têm areia a mais
Se ela ela se abolaxar muito e não apresentar rachas, é porque tem agua a mais e/ou barro a mais.


Aí em baixo tem-se algumas imagens de residencias e seus interiores.
Tenho certeza que a cabeça está a mil e todos tendo muitas idéias. Procurando no google imagens como eu fiz para localizar estas do blog.

Projetos pelo fone:48-91349340

sexta-feira, 12 de março de 2010

Escolha dos materiais

http://www.inspireyoga.com.br/img_up/duvida1.jpg

A escolha dos materiais na Construção Sustentável deveria, em princípio, obedecer a critérios de preservação, recuperação e responsabilidade ambiental. Isso significa que, ao se iniciar uma construção, é importante considerar os tipos de materiais que estão de acordo com o local (como sua geografia, ecossistema, história, etc.) e que podem contribuir para conservar e melhorar o (meio) ambiente onde será inserida. Materiais que guardam relação direta com o estilo de vida do local e do usuário devem ser avaliados. Por exemplo, se o morador reside e trabalha em uma área urbana, possivelmente comprará alimentos envolvidos por embalagens plásticas descartáveis; é muito provável também que utilize um automóvel para se deslocar da casa para o escritório e vice-versa.

Assim sendo, nada mais justo que este mesmo usuário/consumidor/cliente opte, conscientemente, pelo uso de um produto resultante de um resíduo gerado para atender às suas necessidades -no caso, as embalagens descartadas poderiam retornar no formato de telhas e a areia de fundição usada para manufaturar os moldes que deram origem às peças de seu automóvel ganha uma nova etapa de seu ciclo de vida, como blocos de concreto reciclados.

Deve-se lembrar que toda Construção Sustentável é saudável. Esse tipo de obra caracteriza-se pelo uso de materiais e tecnologias biocompatíveis, que melhoram a condição de vida do morador ou, no mínimo, não agridem o meio ambiente em seu processo de obtenção e fabricação, nem durante a aplicação e em sua vida útil. Que produtos convencionais estariam fora dessa lista? Por exemplo, todos aqueles que emitem gases voláteis (os famosos COVs - compostos orgânicos voláteis), como tintas, solventes, resinas, vernizes, colas, carpetes sintéticos e de madeira. Em seu lugar, a solução mais simples e de mercado é buscar sempre produtos à base de água ou 100% sólidos (isto é, que em contato com o oxigênio não emitem gases ou odores).

É importante evitar também materiais que reconhecidamente estão envolvidos com graves problemas ambientais, e sobre os quais hoje há consenso entre todas as entidades sérias que trabalham com Construção Sustentável e Bioconstrução no mundo, caso do PVC (policloreto de vinil) e o alumínio. Outros produtos, considerados aceitáveis na ausência de outras opções, devem ser usados de maneira bastante criteriosa principalmente no interior de casa, como compensados e OSBs (colados com cola à base de formaldeído). O mesmo vale para madeiras de reflorestamento tratadas por autoclave (sistema CCA, CCB ou CCC), as quais são imunizadas com um veneno à base de arsênico e cromo - este tipo de madeira, segundo a EPA norte-americana e os próprios fabricantes daquele país, já não pode mais ser usada em áreas públicas desde 30 de dezembro de 2003.

As empresas, os governos e as ONGs não são as únicas responsáveis pelos materiais de construção e pelo estado atual do meio ambiente. O consumidor, ao optar por um produto A, B ou C, é também co-responsável por todo o processo, já que é para ele que se destinam todos os produtos e, por extensão, as construções. Ele é o "target" do mercado e, com uma nova consciência, pode ajudar a alterar as regras do mercado.







Artigo originalmente publicado no site: www.idhea.com.br

A obra sustentável

A sustentabilidade de uma obra moderna é avaliada pela sua capacidade de responder de forma positiva aos desafios ambientais de sua sociedade, sendo ela mesma um modelo de solução. A Casa Sustentável deve(ria): a) usar recursos naturais passivos e de design para promover conforto e integração na habitação; b) usar materiais que não comprometam o meio ambiente e a saúde de seus ocupantes e que contribuam para tornar seu estilo de vida cotidiano mais sustentável (por exemplo, o usuário de embalagens descartáveis deveria usar produtos reciclados a partir dos materiais que, em algum momento, ele mesmo usou); c) resolver ou atenuar os problemas e necessidades gerados pela sua implantação (consumo de água e energia); d) prover saúde e bem-estar aos seus ocupantes e moradores e preservar ou melhorar o meio ambiente.


http://paoeecologia.files.wordpress.com/2009/06/casa-sustentavel.jpg

Todos esses desafios teriam de ser considerados em todo o ciclo de vida da habitação, sendo esta pensada como uma obra aberta: sempre passível de ampliação e melhoramentos.





Artigo originalmente publicado no site: www.idhea.com.br

terça-feira, 9 de março de 2010

A moderna construção sustentável

A moderna Construção Sustentável é um sistema construtivo que promove intervenções sobre o meio ambiente, adaptando-o para suas necessidades de uso, produção e consumo humano, sem esgotar os recursos naturais, preservando-os para as gerações futuras.

A Construção Sustentável faz uso de ecomateriais e de soluções tecnológicas e inteligentes para promover o bom uso e a economia de recursos finitos (água e energia elétrica), a redução da poluição e a melhoria da qualidade do ar no ambiente interno e o conforto de seus moradores e usuários. Esse tipo de construção nunca é intuitiva. Mesmo quando emprega produtos ou processos artesanais (por ex. paredes de adobe ou taipa de pilão), o faz conscientemente, buscando o sucesso ambiental integral da obra, e não apenas uma construção.

Casa feito cm material alternativo: o Barro além de térmico, perfeito para o inverno ou para o verão da um viausl em bacana na fachada.


Trata-se de um modelo diferente da Construção Ecológica ou Natural, que, grosso modo, pode ser definida como aquela que permite a integração entre homem e natureza, com um mínimo de alteração e impactos sobre o meio ambiente. A construção ecológica, à maneira das habitações de outros seres vivos (castores, abelhas, formigas), usa recursos naturais locais de maneira integrada ao meio e, quase sempre, instintiva e intuitivamente. É o caso das habitações indígenas, das construções de terra pré-islâmicas nos países árabes e dos iglús, dos esquimós. Esse tipo de habitação ?que ainda responde por mais da metade das habitações no planeta- é praticamente impraticável nos modernos centros urbanos, onde a heterogeneidade de povos e culturas e o estilo de vida e produção exigem materiais oriundos de lugares distantes e uma construção civil executada por profissionais da área.


Casa contruída com tecnologia e técnicas sustentáveis com aproveitamento de materiais de construção, entradas de ar estratégicas, materiais re ciclados ou recicláveis, etc.

Como denominador comum, construção sustentável e ecológica têm o fato de gerarem habitações que preservem o meio ambiente e de buscarem soluções locais para problemas por elas mesmas criados. A Construção Sustentável difere da Ecológica por ser produto da moderna sociedade tecnológica, utilizando - ou não - materiais naturais e produtos provenientes da reciclagem de resíduos gerados pelo seu próprio modo de vida.


Artigo originalmente publicado no site: www.idhea.com.br

sábado, 6 de março de 2010

Mineração de Carvão, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável no Sul de Santa Catarina - Uma Abordagem Interdisciplinar

Mineração de Carvão, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável no Sul de Santa Catarina - Uma Abordagem Interdisciplinar



SINOPSE

 "A mineração de carvão adquiriu historicamente papel decisivo no desenvolvimento no sul do Estado de Santa Catarina. Não obstante, a atividade experimentou períodos cíclicos que confrontam a relação economia-natureza-sociedade. Neste panoroma, estão a constituição sociocultural, a importância econômica e o cluster que dinamiza a região como um todo, e as preocupações inerentes aos problemas socioambientais cumulativos que, no tempo e no espaço, conferem à região uma realidade complexa.
Para a necessidade de respostas científicas, como também de se lançar alternativas de soluções coordenadas para tal realidade, a perspectiva científica não encontra tarefa fácil. Nos últimos anos, as ciências sociais, naturais, exatas e da terra, tem realizado esforços para problematizar, refletir e contribuir, a partir de um forte compromisso acadêmico. No entanto, muitos desses estudos demonstram suas limitações e alcance em razão de sua feição disciplinar. Sendo assim, é nesse contexto paradigmático e de aventura científica e intelectual que a ideia de se pensar a questão da mineração, do desenvolvimento e do meio ambiente no sul de Santa Catarina, a partir de uma abordagem interdisciplinar, se apresenta como fundamental. Estes resultados são inerentes aos esforços de pesquisas realizadas no âmbito do Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais (PPGCA) da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), instituição esta que traz como missão Educar, por meio do ensino, pesquisa e extensão, para promover a qualidade e a sustentabilidade do ambiente de vida.
O Livro intitulado Mineração de Carvão, Desenvolvimento e Meio Ambiente no Sul de Santa Catarina: uma Abordagem Interdisciplinar, apresenta 16 capítulos distribuídos em três sessões que contemplam o ambiente físico, biótico e socioeconômico e ambiental..."
  Os Coordenadores



 Na Seção III de fechamento do livro há outro artigo publicado por mim e pelos dois amigos anteriores: MEIO AMBIENTE URBANO, QUALIDADE DE VIDA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA REGIÃO CARBONÍFERA CATARINENSE: O CASO DA LOCALIDADE DE SÃO SEBASTIÃO E BAIRRO PARAÍSO - MUNICÍPIO DE CRICIÚMA Geraldo Milioli; Angelita Schütz dos Santos; Marta Oliveira e Miranda. Que também destaca, em uma análise quantitativa e, se possível, qualitativa também.


MIRANDA, et.al.MEIO AMBIENTE URBANO, QUALIDADE DE VIDA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA REGIÃO CARBONÍFERA CATARINENSE: O CASO DA LOCALIDADE DE SÃO SEBASTIÃO E BAIRRO PARAÍSO - MUNICÍPIO DE CRICIÚMA.in: Mineração de Carvão, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável no Sul de Santa Catarina - Uma Abordagem Interdisciplinar. Curitiba: Juruá Editora Ltda, 2005. 259-274. ISBN: 978853622730-6

Carvão Brasileiro: tecnologia e meio ambiente



www.cetem.gov.br/publicacao/CTs/CT2008-094-00.pdf

O livro com este título aborda os diferentes aspesctos ambientais da mineração de carvão: lavra, processamento, impactos sobre o meio fisico, revegetação, fitorremediação e gestão de áreas impactadas.
Acredita-se que o livro é de grande utilidade para profissionais, estudantes e empresários do setor produtivo e consumidor de carvão e poderá constituir-se em referencia nacional sobre a tecnologia do carvão e poderá constituir-se em uma referencia nacional sobre a tecnologia do carvão e suas implicações ambientais.
Na seção 5 - Gestão de Áreas Impactadas - encontra-se o artigo escrito por mim e mais dois amigos - Meio ambiente urbano, desenvolvimento sustentável e qualidade de vida em áreas degradadas pela mineração de carvão no sul de Santa Catarina: o caso dos bairros de São Sebastião e Paraíso (Cricúma), e Rio Fiorita (Siderópolis) a convite  do CETEM. Artigo de fechamento do livro, este enfoca a questão social da mineração de carvão e sua marca deixada nas familias, marcas boas e ruins. Modéstia a parte ficou muito bom não só o artigo mas o livro como um todo vale a pena ler.

MIRANDA, et.al.Meio ambiente urbano, desenvolvimento sustentável e qualidade de vida em áreas degradadas pela mineração de carvão no sul de Santa Catarina: o caso dos bairros de São Sebastião e Paraíso (Cricúma), e Rio Fiorita (Siderópolis) in: Carvão Brasileiro: tecnologia e meio ambiente. Rio de Janeiro:CETEM/MCT, 2008. 273-289. ISBN:978-85-61121-18-1

terça-feira, 2 de março de 2010

Sociedade e a geração de resíduos sólidos

O tema dos resíduos sólidos é provavelmente aquele que melhor exemplifica as possibilidades de formulação de políticas públicas minimizadoras ou preventivas, considerando que o principal desafio nos dias atuais é que as cidades, independentemente do seu porte, criem as condições para assegurar uma qualidade de vida que possa ser considerada aceitável, não interferindo negativamente no meio ambiente do seu entorno e agindo preventivamente para evitar a continuidade do nível de degradação, notadamente nas regiões habitadas pelos setores mais carentes (JACOBI, 1997).



Segundo Borba (2005) todo grupo, comunidade, sociedade é fruto de uma árdua e constante negociação entre preferências individuais. O fato de estarmos cada vez mais interconectados uns aos outros implica que tenhamos de algum modo, que confrontar nossas preferências com aquelas de outras pessoas. Então podemos esquecer que a negociação não é nem simples, nem tampouco fácil. Via de regra, as preferências ditas “individuais” são na verdade fruto de uma autêntica construção coletiva, num jogo constante de sugestões e induções que constitui a própria dinâmica da sociedade.
Segundo Capra (1996) o ecossistema foi concebido de forma a não produzir resíduos, uma vez que se constitui em uma cadeia perfeita em que os resíduos de uma espécie são alimentos de outra. Nesse contexto, a noção de reciclagem faz parte de um ciclo natural da vida.
MIRANDA, 2009.
Qualquer dúvida entre em contto via e-mail ou deixe um comentário.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Sociedade e a reciclagem

O espaço constituído é ao mesmo tempo um fato físico e um fato social, em seua atributos de propriedade, valor e símbolo. Cumpre acentuar que o espaço como manifestação soial, ou seja, como formade objetividade das relações que se estabelecem entre os homens, constitui uma das múltiplas determinações que operam no interior da totalidade social, desempenhando o papel de seu reprodutor material Em compensação, como elemento físico, ele condiciona as ações sociais, impondo restrições à sua realização (CASE, 2000).


Calderoni (2003) define o termo reciclagem como sendo aplicado a lixo ou a resíduo, e designa o reprocessamento de materiais de sorte a permitir novamente sua utilização. Trata-se de dar aos descartes uma nova vida. Nesse sentido, reciclar é "ressucitar" materiais, permitir que outra vez sejam aproveitados. Em termos gereais, o termo reciclar é muitas vezes entendido como sinônimo de coleeta de materiais recicláveis. Contudo, esta é claramente apenas uma etapa inicial do processo.

A necessidade de poupar e preservar os recursos naturais não-renováveis vem motivando  cada vez mais o aproveitamento de resíduos, visto que crescem exponencialmente a população e o consumo, o que não acontece com reservas naturais [...] as práticas de engenharia nem sempre foram as mais adequadas do ponto de vista ambiental. Portanto, um novo desafio foi recentemente colocado ao engenheiro: o de utilizar as tecnologias disponíveis para desenvolver outras novas, compatibilizando-as com a minimização dos impactos negativos ao meio ambiente (DIAS, 1999. p.03)

Sachs (1993) descreve que o reaproveitamento destes materiais de forma ntensiva, é um campo ainda a ser intensamente explorado, com grandes oprtunidades de empregos, onde considerações sociais, econômicas e ambientais seguem juntas, e oferecem um ponto de partida conveniente para o planejamento de estratégias de ecodesenvolvimento urbano.
Defendemos que haja uma responsabilização da sociedadepara reduzir o lixo gerado. Mas que também deve repeitar a atividade que os catadores exercem, mesmo que informalmente, pois essa atividade beneficiou a sociedade essas anos todos. A sociedade tem uma dívida com o trabalho que vem sendo realizado pelos catadores. (PINHEIRO, 2007)
A reciclagem do lixo enseja uma redução considerável dos custos em que as indústrias devem incorrer para se adequarem às disposições da legislação ambiental. Tal redução refere-se, sobretudo aos custos com controle ambiental ligados à poluição da água e do ar. (CALDERONI, 2003)
Para as prefeituras os custos evitados podem ser consideráveis com a adoção da reciclagem, como o exemplo estudado por Calderoni (2003),  prefeitura municipal de São Paulo, tiveram os custos referidos aos custos de coleta, transbordo e disposição final em um dos dois aterros sanitários da sociedade. Os custos da coleta são de R$30,1/t; os de disposição final de R$13,5/t; e os de transbordo, R$5,0/t.
O custo evitado possível é de R$ 90,3 milhões/ano, tendo sido alcançados, através da reciclágem, R$36,3 milhões e, portantoperdidos R$54,0 milhões, o que representa cerca de 60% do total possível.


MIRANDA, 2009.
Para maiores informações sobre o assunto, para consulta a referencia ou ajuda em pesquisas entrar em contato, pois ajudarei de bom grado.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Tijolo ecológico

Uma casa verde não é sinônima de moradia primitiva, sem energia elétrica ou água quente, mesmo por que muitos de nos não querem abrir a mão do luxo e bom gosto.
A idéia das construções ecologicamente corretas é manter todo o conforto da vida moderna reduzindo o impacto ambiental.
Formato com encaixes que permitem um assentamento com pouca argamassa e também tem furos para passagem da hidráulica e elétrica.


O tijolo é feito de uma mistura de 95% de terra e 5% de cimento, compactados em prensa hidráulica, curados com água atingido excelente resistência final.
Vantagens:
Economia do custo final em até 50% da parede de tijolo ecológico em relação ao uso de tijolo 6 furos.
Diminui o tempo de construção em 30% com relação a alvenaria convencional, devido aos encaixes que favorecem o alinhamento e prumo da parede.
Redução de uso de madeiras nas caixarias dos pilares e vigas em quase zero; 70% do concreto e argamassa de assentamento; e 50% ferro.
Durabilidade maior do que o tijolo comum, pois chega a ser até 6 x mais resistente.
Alivia o peso sobre a fundação evitando gastos desnecessários com  estacas mais profundas e sapatas maiores.
Fácil acabamento da parede com o uso de apenas um impermeabilizante a base de silicone ou acrílico, e rejunte flexível (varias cores da vedacit e votaran).
Revestimento é simples usando-se direto sobre tijolo apenas uma fina camada (5mm) de reboco, textura, gesso ou graffiato.
O assentamento dos azulejos é direto sobre os tijolos.
Obra mais limpa que não tem o quebra-quebra das paredes depois de prontas para a passagem de fios elétricos e canos hidráulicos, e que evita velho desperdício de 10% de materiais.
É fácil e rápido de construir, não precisando de mão de obra especializada, diminuído o tempo de construção e proporcionado economia de até 30% nos custos finais da parede.
Comparando os custos de construções em alvenarias/m2 (R$)
Tijolo Ecológico                Bloco de cimento               Tijolo 6 furos            75,14                                   96,86                          108,15                   22,42%                     em relação ao bloco                   --                     30,52%                                  --                  em relação ao 6 furos
http://www.ecolaria.com.br

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Chuva Ácida


Em 1872, Robert Angus Smith criou o termo “chuva ácida”, descrevendo precipitações ácidas em Manchester após a Revolução Industrial. Trata-se do acúmulo demasiado de dióxidos de carbono e enxofre na atmosfera que ao reagirem formam gotículas de chuva e partículas de aerossóis. A chuva ácida não necessariamente ocorre no local poluidor, pois tais poluentes aos serem lançados na atmosfera são levados pelos ventos podendo provocar a reação em regiões distantes.

A água de forma pura apresenta pH 7, enquanto ao contatar agentes poluidores reage modificando seu pH para 5,6 e até menos que isso, o que provoca reações, deixando conseqüências. Essas são: deficiência de água em plantas, desmatamento, acidificação do solo e da água dos rios e lagos, destrói plantações, alterações nos nutrientes das plantas, corrosão de materiais, morte de animais entre outros.

A chuva ácida como já foi citado acima é composta por agentes poluidores e a melhor maneira de evitá-la é diminuindo a quantidade desses poluidores na atmosfera, reduzindo o consumo de energia, purificando os escapamentos dos veículos, uso racional de veículos, sistema de tratamento de gases em indústrias, utilizando combustíveis livres de enxofre.


Texto disponível em: http://www.brasilescola.com/geografia/chuvaacida.htm

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Eco-Praças ou Eco-Jardins

Um dos maiores problemas da sociedade contemporânea são os resíduos sólidos. Toneladas são descartadas diariamente em aterros sem que passem por um processo de seleção. Se considerado o aumento na demografia e consequentemente, o aumente de produção das industrias será possível perceber o tamanho das implicações que este fato gera ao meio ambiente. Uma vez que a geração de resíduos não cessa, se tornam inesgotáveis os danos causados ao meio ambiente por estes resíduos. Uma solução para este fato é a reutilização e a reciclagem de materias. Mas como usá-los de maneira que fiquem estéticamente bons e que traga não só ganhos ambientais, mas vantagem financeira também?!

Quem ganha a Eco-Praça?
  • O meio ambiente ganha a partir do momento em que há redução do consumo de recursos naturais, menor quantidade de resíduos no aterro, aumentando sua vida útil, promovendo a Educação Ambiental e reduzindo a poluição visual.
  • Perante os habitantes haverá destaque ao poder público uma vez que mostra seu real interesse e preocupação com o meio ambiente, gerando áreas com maior apelo social e por consequecia uma boa relação entre os fatores sociais, econômicos e ambientais.
  • A sociedade ganha, pois a participação mais efetiva no processo de construção e zelo da comunidade acarreta em maior cuidado com os espaços públicos e maior interesse nas áreas de lazer, promovendo uma conscientização ambiental onde somada com outros fatores resulta na melhoria da qualidade de vida.
  • A reciclagem vem sendo utilizada como aliada à economia do município, uma vez que o material é reutilizado, e ou reciclado, tendo menor gasto na transformação do que em nova aquisição. Esses materiais de forma ampla apresentam uma maior durabilidade, têm vida útil prolongada se comparada aos materiais usuais e também apresentam vantagens na manutenção, ois se torna mais fácil e menos custosa. 
Como fazer para implantar uma praça em seu município ou utilizar as mesmas técnicas em seu jardim? Consulta para orçamento via e-mail marta.oliveira.miranda@gmail.com ou deixe postado seu e-mail com pedido de retorno.

sábado, 14 de novembro de 2009

Galões com validade


Porque os galões de 10 e 20 litros de água agora têm prazo de validade?

A resposta é bem simples. Esses galões fortes e robustos, podiam serem usados inúmeras vezes pelas envasadoras, só que esses galões sofrem desgaste conforme o tempo e se tornam porosos, deixando a embalagem mais frágil e o produto envasado mais suscetível à aderência de contaminantes.Com a portaria nº 387/2008 do DNPM, determina a validade de 3 anos à partir da data de fabricação da embalagem.
Segundo a NT 001/2009, que trás as “ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA O APROVEITAMENTO DAS ÁGUAS MINERAIS E POTÁVEIS DE MESA” inciso 4.9.2.1 As embalagens retornáveis, com prazo de validade vencido e sem certificação, devem ser rejeitadas e destruídas, observado o disposto na Portaria N° 387/2008, alterada pela Portaria N° 358/2009, aplicáveis as sanções previstas na legislação.

Reciclagem
Não são todos os galões que as cooperativas e empresas de reciclagem aceitam. “Pegamos apenas aqueles recipientes de Pet ou PP. Aqueles que são de PVC e PC são lixo, não servem para reciclagem”, diz Aguinaldo. Germano, vice-presidente da Cooper Maringá, cooperativa de reciclagem. Ele explica que o tipo de material usado na fabricação está no fundo do vasilhame. Germano diz que a cooperativa recebe o material como doação. “Em casos de grande quantidade, nós podemos até ir buscar com o caminhão da cooperativa. Mas, quando é pouco, o distribuidor tem que trazer aqui na cooperativa”, explica, afirmando que considera grande quantidade um estoque acima de cem vasilhames. (http://odiariomaringa.com.br/noticia/228131)

RESERVA PARTICULAR DO PATRIMÔNIO NATURAL - RPPN

Desde o antigo Código Florestal de 1934, já estava previsto o estabelecimento de áreas particulares protegidas no Brasil. Nesta época, estas áreas eram chamadas de “florestas protetoras’. Tais “florestas” permaneciam de posse e domínio do proprietário e eram inalienáveis. Em 1965, foi instituído um novo Código Florestal e a categoria “florestas protetoras” desapareceu, mas ainda permaneceu a possibilidade do proprietário de floresta não preservada, nos termos desse novo Código, gravá-la com perpetuidade. Isso consistia na assinatura de um termo perante a autoridade florestal e na averbação à margem da inscrição no Registro Público.
Em 1977, quando alguns proprietários procuraram o IBAMA desejando transformar parte de seus imóveis em reservas particulares, foi editada a Portaria 327/77, do extinto IBDF, criando os Refúgio particulares de Animais Nativos – REPAN, que mais tarde foi substituída pela Portaria 217/88 que lhes deu o novo nome de Reservas Particulares de Fauna e Flora.
Com essa experiência mostrou-se a necessidade de um mecanismo melhor definido com uma regulamentação mais detalhada para as áreas protegidas privadas. Assim, em 1990, surgiu o Decreto nº 98.914 regulamentando esse tipo de iniciativa que, em 1996, foi substituído pelo Decreto nº 1.922, sendo que, em 2000, com a nova lei do Sistema Nacional de Unidade de Conservação – SNUC, as RPPN passaram a ser considerada unidade de conservação, integrante do grupo de uso sustentável.
A importancia das RPPNs

  • Contribuem para uma rápida ampliação das áreas protegidas no país;
  • Apresentam índices altamente positivos na relação custo/benefício;
  • São facilmente criadas;
  • Possibilitam a participação da iniciativa privada no esforço nacional de conservação;
  • Contribuem para a proteção da biodiversidade dos biomas brasileiros.


Benefícios assegurados com a criação da RPPN

  • Direito de propriedade preservado;
  • Isenção do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) referente à área criada como RPPN;
  • Prioridade na análise dos projetos, pelo Fundo Nacional do Meio Ambiente – FNMA;
  • Preferência na análise de pedidos de concessão de crédito agrícola, junto às instituições oficiais de crédito, para projetos a serem implementados em propriedades que contiverem RPPN em seus perímetros;
  • Possibilidades de cooperação com entidades privadas e públicas na proteção, gestão e manejo da RPPN


Endereços do IBAMA

http://www.ibama.gov.br/descentra/unidades.htm



Consulta pública

CONSULTA PÚBLICA SOBRE A CRIAÇÃO DA RESERVA EXTRATIVISTA DO TAIM, NA ILHA DE SÃO LUÍS (MA)
DATA: 13 de julho de 2006 (quinta-feira)
HORÁRIO: 8h30min
LOCAL: Associação do Conjunto Jatobá e Vila Maranhão (Acojavima)
CLIQUE AQUI para ver o laudo sócio-econômico e biológico para criação da RESEX do TAIM.
ENDEREÇO: Rua 10, s/nº (próximo à Lima Transportes), Vila Maranhão, São Luís (MA)
Paulo Roberto Mendes de Araújo Filho
Assessoria de Comunicação da Superintendência do Ibama no Maranhão
CONSULTA PÚBLICA SOBRE RESERVA EXTRATIVISTA DE CHAPADA LIMPA, NO MUNICÍPIO DE CHAPADINHA (MA)
DATA: 7 de julho de 2006 (SEXTA-FEIRA)
HORÁRIO: 8h30min
LOCAL: Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Chapadinha-MA (Rua Ananias de Albuquerque, 625)
CLIQUE AQUI para ver o laudo sócio-econômico e biológico do IBAMA para criação da RESEX de Chapada Limpa.
Paulo Roberto Mendes de Araújo Filho
Assessoria de Comunicação da Superintendência do Ibama no Maranhão

O INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA torna público, em observância ao disposto no art.22, §2° e 3° , da Lei n 9.985, de 18.07.2000, e de acordo com o art. 5º, § 1°, do Decreto nº 4.340, de 22 de agosto de 2002, que está estudando a proposta de criação das seguintes Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPN:


- RPPN HELICO

- RPPN MATA I, II, e III

Qualquer manifestação sobre o processo de criação destas unidades devem ser enviada por correio eletrônico para o endereço rppn.sede@ibama.gov.br ou por correspondência para:
IBAMA/Diretoria de Ecossistemas
Diretoria de Ecossistemas
Bioma Mata Atlântica
SCEN - Av. L4 Norte
CEP: 70.818-900
BRASÍLIA – DF




DIsponível em: www.ibama.gov.br/siucweb/rppn/


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Telhado verde


Para a atualidade os telhados verdes, ou mais comunmente chamados de terraços verdes, podem servir tanto como isolante térmico, ajudante na manutenção da temperatura amena dentro da construção, como também pode servir de captador de água pluvial, sendo necessário a colocação de um filtro e cloração para usos mai snobres (ver post sobre captação de água pluvial).
Além de forncer uma solução adequada ao meio ambiente, ainda poporciona uma área de lazer a mais na residencia ou empresa, afinal utimamente é normal semtir falta de um lugar para se ter uma hotinha, plantar umas florzinha, ou apenas um lugar para se colocar um banco e ler deitada sobre ele. Uma boa solução para a correria do dia-a-dia, onde cada vez temos menos tempo para poder iar a um parque ou mostrar aos nossos filhos o que um caracol de verdade.


Marta.